"Os que sonham de dia são conscientes de muitas coisas que escapam aos que sonham apenas à noite. (Edgar Allan Poe)"

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Banda - Vultos - 04 - Eterna Dor

Excelente trabalho nacional Banda Vultos expressa toda melancolia e poesia com arranjos perfeitos excelente banda segue a letra e Vídeo Da musica 4 - Eterna Dor do Álbum Androides De Luto - 2005
Biografia

Vultos, não confundir com a homônima banda paulistana, foi idealizado em junho de 1998, quando foram compostas as primeiras canções, e concretizado como banda em junho de 1999, quando aconteceram os primeiros ensaios.

As primeiras apresentações se deram em 2000. Foram gravados três trabalhos, que são a demo A Primeira Vez… (2002) e os álbuns Cartas para Ninguém (2003) e Andróides de Luto (2005). Nesse período, a banda passou por três formações concretas, além de algumas mudanças.

A grande maioria das apresentações se deram nas cidades do Gama, Santa Maria e Valparaíso, as cidades dos membros da banda, tendo ocorrido uma apresentação em Goiânia e dois shows na capital, Brasília, dos quais se destaca o show de abertura da volta da maravilhosa 5 Generais.

No repertório da banda havia dezenas e dezenas de canções, construídas a partir de poemas, na maioria das vezes escritos por Fofão e Sarça, assim como também foram musicados um poema do amigo da banda, Morpheus Affinito, “Quando a escuridão dominar”, e ainda o poema “O Riso”, de Augusto dos Anjos. Além desses, ainda eram tocados sempre três covers ao vivo, “Eterno Retorno” da banda Lupercais (antiga banda do guitarrista e vocalista Fofão), “Só” (da banda paulista Mercyland) e “Mariana” (da versão em português da banda 5 Generais para a música “Marian”, do The Sisters of Mercy).

Eterna Dor - Letra

Eterna Dor
Vultos
Caio fraco em teus braços
Esperando amanhecer
Já no chão sem teu abraço
Esperando renascer

Seus beijos são correntes que me prendem
Seus cabelos são cordas que me enforcam
Beije minha face novamente
E vá embora

Caminho cego no escuro
Me apoiando nos muros
Entorpecidos passos
Lembrança de teus braços

Seus lábios são segredos, meu tormento
Seus dedos e seu toque, meu sossego
E com tuas misteriosas mãos, me mate

Pra onde agora, sem teu sorriso
Agora é hora, de refletir

Por não como tentamos intervir
Amor por compaixão
A Deus por redenção
Um abraço, a despedida e a partida

Tua voz me rouba a calma
Suas palavras são navalhas
Teu rosto presente em minhas memórias
Às vezes faz bem, às vezes
Às vezes retalha

Teus olhos são vermelhos e me lembro
Que suga os meus sonhos, meus desejos
Já que nunca terei tua alma
Me encare, me encare

Eu sou a morte, me encare
Estou viva, me encare
Eu estou aqui, me encare
Morto-vivo, me encare
Me encare
A eternidade, me encare
Me encare, me encare
Eu sou o nada, me encare
O anjo lhe peço, me encare
Me encare, me encare
Me encare, me encare

Poema - Amor, Dor, Vida e Morte - Autor - Medieval Epicus


Poema - Amor, Dor, Vida e Morte 19/07/2014 - Autoria Medieval Epicus

Hoje acordei tão triste...
Pensei: Vã é a vida,
Como se nada existisse
Quero cicatrizar a ferida.

Oh! Mundo de sofrimento,
Somente lagrimas e dor.
Sofro com este tormento!
Onde esta o amor?

Infortúnio e Choro.
Dor e Amargura...
Cada dia morro,
Livra-me da lamuria.

Onde esta o amor?
Tudo é morte!
Em um mundo sem cor,
Vagando a própria sorte.

Todos os Direitos Desta Obra Pertentem ao Autor - Medieval Epicus, Divulgue,
Compartilhem, Copiem  mas não retirem os créditos do autor nem modifiquem
a obra!

Pensamento Depressivo VI - Medieval Epicus


Frases Pensamentos Filosóficos Depressivos - Medieval Epicus

Pensamento Depressivo VI - Medieval Epicus

Dor imensidão que consome
solidão que sangra,
alma que em vão sonha.
mundo infeliz e terrível
Minha alma morta carrega meu corpo podre;
a carcaça esta de pé...
Mas a alma vaga na terra dos vivos.
Mundo vil, quanto sofrimento...
Olho a minha volta: vejo somente tormento
mortais iludidos em seus vãos pensamentos.
Eu sozinho a vagar no eterno sofrimento.
tristeza que consome!
Desamor que martírio!
morto vivo estou a andar,
Tudo porque um dia ousei amar,
mundo horrível e cruel,
vida amarga como fel.
Mortos vivos carregam suas carcaças,
e não percebem que sua alma esta morta a tempos.
Humanidade perdida na escuridão e maldade,
mostrem aqui na terra a felicidade?
A quanta mentira, promessas, egoísmo, ilusões.
Ah! me tirem desse inferno de dor, e deste mundo vil sem amor!

Todos os direitos desta obra pertencem ao Autor - Medieval Epicus - Compartilhem, Divulguem mas não modifiquem a obra nem retire os Créditos!

Poema - O Coveiro - Augusto Dos Anjos



O COVEIRO
Uma tarde de abril suave e pura
Visitava eu somente ao derradeiro
Lar; tinha ido ver a sepultura
De um ente caro, amigo verdadeiro.

Lá encontrei um pálido coveiro
Com a cabeça para o chão pendida;
Eu senti a minh'alma entristecida
E interroguei-o: "Eterno companheiro

Da morte, quem matou-te o coração?"
Ele apontou para uma cruz no chão,
Ali jazia o seu amor primeiro!

Depois, tomando a enxada, gravemente,
Balbuciou, sorrindo tristemente:
- "Ai, foi por isso que me fiz coveiro!"


© Augusto dos Anjos
Eu e outras poesias, 1920

Poema - Um Idiota Em Busca Do Amor - Autoria Medieval Epicus



Um dia acreditei que poderia ser feliz,
Triste ilusão de um patético coração!
Com o passar dos anos vemos que nada condiz,
Apenas sofrimento desprezo e decepção.

Acreditar no amor, é um pecado;
Sofro no inferno por tentar...
Em vão tentei ser amado!
Sentimento que esta a me matar.

O egoismo a falsidade prevalece,
Este mundo esta perdido no desamor,
Sei que quem amo não me merecê!
Isso me consome; causa imensa dor.

Pobre sonhador maldito e inútil!
Seria mais fácil viver neste mundo vil de dor.
Sendo um hipócrita como uma pessoa fútil,
Mas fui amaldiçoado com a ilusão do amor.

Fadado estou a chorar e gemer,
Lagrimas escorrem em minha face cansada,
Nego-me a neste mundo escuro viver!
Amor que mendigo de minha amada.

Ajuda-me já não suporto aqui mais viver!
Meu sorriso foi dado como morto e enterrado,
Minha alma morta vaga procurando morrer..
O mundo vil, como queria somente ser amado.

Poema Autoria Medieval Epicus - Compartilhe, Divulgue, Copie, mas não modifique a obra e De os devidos créditos do Autor

Poema - De Quartet in mortem! em Latim - Autoria Medieval Epicus


De Quartet in mortem!


De amore ...
Cum nemo vult audire vos
Tantum dolorem,
Nulla spes est posita in futurum.

Respiciens ...
Et quod sola vagari,
Sed anima mea?
Et velle occidere.

Nemo curat,
Amor sui est normalis!
Ego sum ​​ostium;
Inde fit, quod est animal.

Somnia, et interfecit omne ...
Sed quid?
Nam illi amores,
Sed culpa?

Iustus volo ut audiretur?
Sed circumdatus sum solus.
Is forte an fuisse perhibetur,
Et semel tantum, consectetuer ...

Autoria Medieval Epicus

Eterna Ilusão - Album - Misantropia - Autoria Medieval Epicus

Escutem Composição Eterna Ilusão  do Album Misantropia - Autoria Medieval Epicus, Piano, Efeitos, Composição, Arranjos e Mixagem Medieval Epicus


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