"Os que sonham de dia são conscientes de muitas coisas que escapam aos que sonham apenas à noite. (Edgar Allan Poe)"

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Poema - Lamento - Autoria Medieval Epicus



Ah! Existência vil...
Vida vazia, calafrio, frio.
Ah! Amargura e dor...
Coração cansando, sem amor.

Ah! lembranças de outrora,
Saudade que Aflora...
Ah! inútilil este viver!
Fadado estamos a sofrer.

Ah! Mundo horrível,
Gente desprezível..
Ah! vagar nesta lama,
Minha alma clama...

Ah! Sangra a dor
De quem não vê o amor,
Ah! liberta-me desta prisão
Não suporto viver esta ilusão.

Todos os Direitos Desta Obra Perteçem ao Autor - 
Medieval Epicus - Compartilhem, Copiem, Divulguem,
Mas Não Modifiquem a Obra Nem Retirem os Créditos do Autor!

Musica - Concerto Para Um Morto - Demo - Caminhando Para Morte - Medieval Epicus

Faixa 1 Demo Caminhando Para Morte - Faixa 1 Concerto Para Um Morto - Depressivo, Melancólico triste Instrumental Piano,Strings,Órgão, Harpa, Teclado.

Coletânea Pensamentos Filosóficos Depressivos - Medieval Epicus


Alguns pensamentos que venho indagando ao longo dos anos sobre a vida, a humanidade o amor, pensamentos da forma, como vejo a degradação total do Ser Humano e da humanidade como um todo!

6- Há momentos que penso! Como a humanidade pode atingir um estado tão profundo de degradação! Fico a meditar... O que é tudo isto? Qual a finalidade? O que é a vida? Senão somente uma ilusão, um triste sofrimento um eterno lamento, olho para os lados e vejo mortos vivos vagando em sua vã existência trombando uns nós outros como zumbis hollywoodianos! Como o mundo pode se tornar este pesadelo de indiferença, tristezas, violência e dor. Pobre e podre Ser humano doente condenado a vagar neste inferno chamado existência! Pensamento Filosófico - Medieval Epicus.

7- O ser humano... O que dizer do mesmo? Imerso em sua prepotência, arrogância, ganância, inveja. Nada mais é que um complexo ser afundado em maldade. O que dizer sobre as pessoas e sociedade nos dias atuais? Nenhum adjetivo que Eu tente usar é capaz de descrever a que ponto o Ser humano chegou! Maldito os humanos e está sociedade imunda. Pensamento Filosófico - Medieval Epicus.

8- 1- De todas ilusões a maior delas é: Crer que existe a felicidade!  2- Fingir que é feliz se torna fácil com mascaras o difícil e encarar a tristeza e sofrimento com sua face descoberta! Pensamento Filosófico - Medieval Epicus.

9-  Chorar , Sofrer, Sorrir, Cantar, toso são sentimentos ambíguos tudo é dualidade sempre existirá sentimentos em todas as polaridades, não necessariamente alguma é positiva ou negativa, todos são sentimentos que nos ensinam algo , depende de como os encaramos. Pensamento Filosófico - Medieval Epicus.

10 - Um coração vazio, é como um iceberg em águas geladas e profundas, ele está lá mas o frio e a profundidade faz dele apenas um grande monstro! Pensamento Filosófico - Medieval Epicus.

11- A Verdadeira felicidade onde encontra-la? Você procura a paz de espirito em seus bens material? ou talvez encontre o conforto em uma amor ilusório , ou ainda procura seu porto seguro em ilusões e passatempos mundanos que não satisfazem seu vazio? talvez você ache que sua casa, seu carro seu excelente trabalho, seu status, sua posição social, sua família, ou seu caráter irrepreensível lhe dará o que tanto almeja a felicidade? qual tolo é tão ser que assim pensa, nada disto lhe trará a paz verdadeira nem sua vã filosofia nem sua religião nem tao pouco sua crença, nada lhe dará a verdadeira felicidade, enquanto você não compreender que a paz e a felicidade habita na simplicidade, na humildade, no desprendimento e no amor a toda centelha divina só então terá a felicidade plena!Abandone o egoismo , a soberba, sua falsa superioridade, sua eloquência falida e mentirosa, todos suas " falsas concepções morais" então encontrará a verdadeira paz! Pensamento Filosófico - Medieval Epicus.

12- Estava a divagar na minha própria ignorância, me deparando com a existência ilusória..., interessante como vemos a beleza de forma subjetiva, e vulgar, e esquecemos de ver a verdadeira beleza,a d!alma! Sim tudo neste mundo é ilusão o que resta afinal? Bem meditei sobre isto também é uma simples conclusão nos resta no final apenas o amor, não levaras vaidades, nem beleza física, tão pouco preciosos bens materiais, nem orgulho, boas obras, inteligencia ou status! Não apenas no fim da nossa caminhada nesta terra que somos meros coadjuvantes, levaremos apenas o amor! portanto deixe tudo que foi citado acima, fora da sua alma, eis ai uma grande vaidade! Pensamento Filosófico - Medieval Epicus.

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Musica - Caos - Medieval Epicus - Demo Misantropia

Poema - Amor Ideal - Autoria Medieval Epicus


Amor Ideal !

Ah a vida como explicá-la.        
Lembranças nós vem a tona                                    
Mas temos que enfrenta-lá.
Pessoas como você: emociona!
                       
Luta até o fim...                  
Por onde passa transmite amor,                                  
Feliz faz a mim!                  
Ao mundo ameniza a dor.
 
Guerreira, Anjo, amiga, mulher!                                
Como definir você este ser com tanto amor...              
Que somente o bem de todos quer!                        
Os anos passam mas sua sabedoria aumenta.
         
Sua beleza e caráter brilham!                              
Por onde passas os corações acalenta .          
Ilumina o caminho escuro dos que trilham!
A estrada com suas tormentas.                  

Como definir o sua magia...    
Não há palavras para te descrever,                          
Apenas agradecer-te por sua alegria.                        
Que contagia a todos e nos ensina a viver!    

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do Autor.  

Sozinho em Trevas -Poema de Autoria de Medieval Epicus


Sozinho em Trevas -Poema de Autoria de Medieval Epicus

Sozinho a vagar ...
Condenado as sombras,
Fui privado de amar,
Solitário que andas!

Andas em trevas a sangrar!
Na escuridão infinita,
Um renegado a soluçar,
Caminhando na estrada maldita.

A dor sua carne a consumiu.
Somente ossos de uma vã alma,
A vagar: Neste mundo vil.
Sangrando, estende a palma.

Um pedido de socorro em vão,
Entregue a própria sorte,
Como um desprezado cão.
Caminha rumo a morte!

Um solitário amaldiçoado,
Quem em vão procurou o amor,
Agora apático e cansado...
Finalmente termina sua dor!

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Banda - Vultos - 04 - Eterna Dor

Excelente trabalho nacional Banda Vultos expressa toda melancolia e poesia com arranjos perfeitos excelente banda segue a letra e Vídeo Da musica 4 - Eterna Dor do Álbum Androides De Luto - 2005
Biografia

Vultos, não confundir com a homônima banda paulistana, foi idealizado em junho de 1998, quando foram compostas as primeiras canções, e concretizado como banda em junho de 1999, quando aconteceram os primeiros ensaios.

As primeiras apresentações se deram em 2000. Foram gravados três trabalhos, que são a demo A Primeira Vez… (2002) e os álbuns Cartas para Ninguém (2003) e Andróides de Luto (2005). Nesse período, a banda passou por três formações concretas, além de algumas mudanças.

A grande maioria das apresentações se deram nas cidades do Gama, Santa Maria e Valparaíso, as cidades dos membros da banda, tendo ocorrido uma apresentação em Goiânia e dois shows na capital, Brasília, dos quais se destaca o show de abertura da volta da maravilhosa 5 Generais.

No repertório da banda havia dezenas e dezenas de canções, construídas a partir de poemas, na maioria das vezes escritos por Fofão e Sarça, assim como também foram musicados um poema do amigo da banda, Morpheus Affinito, “Quando a escuridão dominar”, e ainda o poema “O Riso”, de Augusto dos Anjos. Além desses, ainda eram tocados sempre três covers ao vivo, “Eterno Retorno” da banda Lupercais (antiga banda do guitarrista e vocalista Fofão), “Só” (da banda paulista Mercyland) e “Mariana” (da versão em português da banda 5 Generais para a música “Marian”, do The Sisters of Mercy).

Eterna Dor - Letra

Eterna Dor
Vultos
Caio fraco em teus braços
Esperando amanhecer
Já no chão sem teu abraço
Esperando renascer

Seus beijos são correntes que me prendem
Seus cabelos são cordas que me enforcam
Beije minha face novamente
E vá embora

Caminho cego no escuro
Me apoiando nos muros
Entorpecidos passos
Lembrança de teus braços

Seus lábios são segredos, meu tormento
Seus dedos e seu toque, meu sossego
E com tuas misteriosas mãos, me mate

Pra onde agora, sem teu sorriso
Agora é hora, de refletir

Por não como tentamos intervir
Amor por compaixão
A Deus por redenção
Um abraço, a despedida e a partida

Tua voz me rouba a calma
Suas palavras são navalhas
Teu rosto presente em minhas memórias
Às vezes faz bem, às vezes
Às vezes retalha

Teus olhos são vermelhos e me lembro
Que suga os meus sonhos, meus desejos
Já que nunca terei tua alma
Me encare, me encare

Eu sou a morte, me encare
Estou viva, me encare
Eu estou aqui, me encare
Morto-vivo, me encare
Me encare
A eternidade, me encare
Me encare, me encare
Eu sou o nada, me encare
O anjo lhe peço, me encare
Me encare, me encare
Me encare, me encare

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